ARTIGOS DE POLÍTICA E ECONOMIA


de Folha On Line

CONSELHO DE ÉTICA

 

Giuseppe Brandoni - 28/10/07

 

Não deixa de ser irônico que após tantos e incontáveis escândalos envolvendo todos os membros das duas casas legislativas, venham agora os ilustres membros da Casa de Tolerância, se vestir de vestais e promulgar regras novas para esconderem mazelas velhas.

 

Nossas putas carcomidas se envergonham da pior safra de políticos que engolfou o país no descrédito internacional e na galhofa universalizada.

 

O que pensam estas exóticas figuras da sua imagem fora da casamata do Congresso?

 

O descrédito é patente e essa decisão de promover novas regras para vigorarem doravante como se o estrume deixado e ainda insepulto pudesse se esvanescer como mágica desse circo.

 

Os políticos que teimam em não se acharem no rol geral de safados profissionais de imensos rabos presos, precisam aprender que a opinião pública é poderosa e não admite esse conluio de farsantes que reuniu no mesmo picadeiro um bando de desonestos sob a roupa de velhacos ou de omissos.

 

E para se iniciar a desratização do recinto a primeira providência seria a de exterminar os ratos maiores e inseminadores de outros vermes.

 

É indesculpável que os mesmos farsantes que tiveram a oportunidade de cassar o crápula de Murici e se omitiram na covardia e na safadeza da sessão secreta das grandes máfias, venham agora com o mesmo despudor, modelar um manual de compromisso para postura ética.

 

O que pensam esses despudorados?!

 

Todos já deveriam ter sido banidos.



 Escrito por JOHN BRONCHI às 21h03
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A guerrilheira imbecil e a teoria das fraldas.

 

Giuseppe Brandoni - 290607

 

Estamos no limiar da aberração.

A sexóloga sabe bem disso e desavergonhada não impede que a sua pregação seja uma cusparada na face de inocentes.

 

E aquele que nos mandou levantar os traseiros em busca de bancos menos safados viciados em extorquir nos juros, é o mesmo que tem o respectivo preso no membro sujo do chantagista abominável de Murici.

 

Só aos imbecis é possível não enxergar que o fornecedor clandestino de carnes  e de  notas frias , é o mesmo que impediu na Casa de Tolerância o processo de impeachment de Dom Ignacius, il capo dei tutti capi.

 

Só aos jagunços instalados na Casa de Tolerância é permitido esconder  que o pecuarista recordista , emitindo notas frias e vendendo para açougues fantasmas não enchafurdou mais ainda aquela casa nos estrumes de seu curral.

 

Se isto não quebra é de decoro, ( Sr. Tuma - até V,Sa. - ex xerife da moralidade se deixou apanhar) o que mais seria senhores da casa grande de tolerância.

 

O país exige que se faça já a faxina e sem mais procrastinações.

 Que se arranquem já as fardas e fardões desses travestis de homens públicos que exploram a boa-fé de milhões de vaquinhas dóceis de presépio que lhes por nada votos erráticos para lhes respaldar a indecência.

 

Que não se acovardem os procuradores e a PF.

 

Aos marginais as penas da lei.

 

O caso de Renan, guerrilheira, não é de inocência. A fajuta luta armada em que se proclama foi só a mostra de sua vesguice. Isto é indecência. Não inocência.

 

Assim como um dirceu de saias, é preciso trocar-lhe as fraldas da desfaçatez.

 

O caso do capitão de Murici, um dos maiores camaleões da recente e imunda história política do pais não é de inocência.

 

É de cadeia mesmo



 Escrito por JOHN BRONCHI às 15h59
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A RENÚNCIA DAS PUTAS

 

Giuseppe Brandoni  - 31/05/07

 

 

A reabertura do congresso de putas em Brasília, foi promovida com mais esse episódio negro na vergonhosa história da emporcalhada política nacional.

 

Se o sr. Renan Calheiros e a corja que nos furta em Brasília fosse de homens, teriam renunciado ou se matado como fazem os japoneses pilhados em delinqüência.

 

Mas são todos vermes. E os vermes são inertes. Seres cínicos que fazem do congresso a nossa casa de tolerância máxima.

 

Canalhas grupais. Fazem sexo grupal. Roubam em grupo. Protegem-se em grupo. Enlameiam-se unidos e se blindam em grupo.

Do presidente ao ponta esquerda são todos biltres de um país de maioria idiota. E que se aproveitam da idiotice dessa maioria para se perpetuarem no achaque aos cofres públicos.

 

São cínicos e atores profissionais que estupram a nação e mereceriam, não a simples cassação, mas o paredão. O paredão, a cadeira elétrica, o fuzilamento pelo crime hediondo que cometem diariamente infestando a nação com o seu mau exemplo.

 

Que os cidadãos de bom caráter se revoltem de verdade. Que peguem em armas para expulsar esses vendilhões que entram com seus escândalos em nossas casas e se propagam através da TV a mentes menos afortunadas.

 

Esses são os verdadeiros carrascos do país e os verdadeiros e irretorquíveis responsáveis pela violência que nos aterroriza diariamente. Servem-se dessa insegurança e lucram com ela enquantos vamos contando nossos mortos. Cínicos, hipócritas, putas enrustidas, que, com seus ternos e gravatas importadas, cabelos tratados como de reis e botóx pago como o nosso dinheiro para forjarem sua desmesurada cara de pau, dilapidam o patrimônio moral da nação.

 

Por isto não cassaram o presidente prevaricador que não sabia de nada. Por isto inocentaram sob as nossas barbas e com a cumplicidade de jornais e jornalistas covardes que varreram para debaixo do tapete os escândalos de mensalões, bingos, ambulâncias, furacão e não sei mais o quê. Todos têm o fedido rabo preso. Todos são assaltantes dissimulados e os poucos que não são ladrões, não são exatamente honestos. São esclerosados que não têm onde cair mortos e sem vergonha  cismam em transitar como múmias no mesmo bordel. Querem transparecer o que provavelmente não são.



 Escrito por JOHN BRONCHI às 15h47
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AS BAIXARIAS DDA EX-CASA MAIOR

Também estes se não fossem covardes, deveriam renunciar, para não freqüentar o vergonhoso bordel onde proliferam os párias e os pulhas da sociedade brasileira.

 

Os srs. Jeferson Perez e o Pedro Simon, anciões exaustos e impotentes, se fossem homens, deveriam igualmente renunciar já que não têm força, coragem, e poder  para restabelecer a lisura na outrora veneranda casa do povo.

 

Esta foi transformada em um bordel, onde ao invés de representantes do povo temos sanguessugas de interesses difusos e pessoais e para os quais abunda o dinheiro escuso. O dinheiro sujo que cultiva negociatas e mantém amantes de luxo e esposas de conveniência.

 

Se estivéssemos no Japão, no Irã, nos Estados Unidos, ou em qualquer país decente, uma bomba já teria exterminado e implodido esse bordel e suas adjacências promíscuas.

 

Mas estamos nesse país de merdas, que cava sua imensa sepultura pelo comando de coronéizinhos de palafitas como o hipócrita presidente do Senado, de um torneiro falador- aposentado precoce, e perseguido remunerado pela fraude urdida nos labirintos de Brasília e que iludiu e continua iludindo milhões de imbecis para a alegria de empresários espertos de todos os matizes, do poeta de sarjeta e fardão que se apossou do Maranhão e que a um grito defenestra o Ministro sem Energia que colocou no poder para gerir seu feudo mas que precisou ser demitido para não complicar a vida de seu tutor.

 

Brasília é o lixo do mundo e parece imune a qualquer terremoto. Os brasileiros sentem vergonha. A lguns. Outros vão se resignando a ficar de quatro para os vermes que nos desgovernam e impõem uma carga tributária indecorosa que vai lhes dar dinheiro para auto-aumentos e a manutenção de suas múltiplas meretrizes.

 

Eu não fui feito para pagar o coito espúrio de vermes que se acasalam nos palácios e corredores dessa infectada casa de tolerância. Por isto mesmo:

 

Senhores presidentes de merda!

Reis da desfaçatez!

Renunciem imediatamente enquanto é tempo.

Resgatem a vergonha pois o crime que vêm cometendo é hediondo e como tal vai ser julgado.



 Escrito por JOHN BRONCHI às 15h46
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O PORTEIRO DA CASA SUSPEITA

DE KAFKA A LACAN, O HERÓI ESQUIZOFRÊNICO DE MURICI.

 

Giuseppe Brandoni - 25/06/07

 

O nosso herói de Murici acha que o Congresso é esquizofrênico. Se se olhasse no espelho ou recorresse ao dicionário veria com surpresa para a sua desfaçatez, que o verdadeiro esquizofrênico é ele mesmo.

 

Parece entorpecido, e tal qual sonâmbulo vagando pelos corredores da nossa casa de tolerância máxima faz de conta que não é com ele e que não tem nada mais a provar. . Versão adaptada do "eu não sabia de nada", pela impossibilidade óbvia de negar os fatos.

 

Realmente o nível de cinismo a que chegaram os nossos "homens públicos" leva a que o presidente de uma casa que deveria ser modelo de respeito, converta-se em antro aonde as discussões vão de quem pagou as pensões de uma amante ou é exposta como novela que se aceitou a contragosto a paternidade de uma filha de irresponsabilidade adúltera.

 

Aceitar dinheiro de empreiteira é tão corriqueiro que se unem todos os comensais para proteger o banqueteiro-mor. Enquanto fazem orgia nas noitadas de Brasília e se auto-promulgam salários nababescos, os porcos ainda se querem passar por vestais ou por sonsos. É grotesco e enojante o espetáculo de baixarias que nos oferecem os políticos das últimas gerações.

 

E são tão medíocres que além de hipócritas se deixam flagrar ou de cuecas cheias de caixa-dois ou com o estrume de suas estripulias de irresponsáveis. Ao invés de bancar a ovelha o senador deveria ser mandado a pastar com suas vaquinhas clandestinas e tão valiosas numa penitenciária agrícola onde ensinasse aos colegas o segredo de rentabilidade pecuária tão exitosa.

 

Por que a Receita e a ANVISA não tomaram nenhuma medida contra o Don Juan e as notas frias do açougueiro de Murici?



 Escrito por JOHN BRONCHI às 15h40
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RENAN: O REI DO GADO OU DO ENGODO?

IMPLODINDO A CASA SUSPEITA

 

Giuseppe Brandoni - 16/06/07

 

Ou os senadores investigam a imoralidade de seu presidente, ou é melhor implodir o congresso.

Latu senso: vamos a proveitar o dólar ridículo criado e mantido pelos energúmenos do BC - (e engulido pelo presidente despreparado) e importamos um terrorista iraniano, iraquiano ou qualquer um para dinamitar essa casa suspeita de tolerância.

 

Não há  outra solução para tanta putaria.

 

8 Comentários

 

edu s p disse...

Fico tentado a seguir alguns amigos meus que já desistiram do Brasil. Será que vale a pena tanta insistência? Bom, eu sou um pouco teimoso... por enquanto vou continuar acreditando. Mas a coisa está ficando cada vez mais feia!!!

1:49 AM

César Contiero disse...

Reinaldo, eu estava pensando em voltar para o Japão para trabalhar no mês que vem. Mas agora que vi como é "bão" ser açougueiro vou fazer um intensivo curso preparatório para ser fornecedor de costelas de boi para churrascos feito por cumpanhairos do presidente com carne comprada de senador que tem fazenda lá no nordeste. notas fiscais serão cortesia da casa. Descontos especial para senadore e deputados que quiserem justificar renda extra. Que beeeelo exemplo esse do senado brasileiro.

1:54 AM

FLÁVIO disse...

Vamos encher o saco dessas patéticas figuras. Sugiro começar por aqui: ecafeteira@senador.gov.br
Alguns milhares de mensagens exigindo respeito é o mínimo que podemos fazer.

2:04 AM

Anônimo disse...

Lulla relativizou tudo. Nesse pais se aceita tudo depois que o povao burro e os cinicos tiveram que fazer vistas grossas para a obvia forma gangster de lulla desgovernar o pais.
Vai ter uma hora que o constrangimento sera tao grande que Lulla ficara sozinho defendendo seus delinquentes. E suas traicoes tem hora marcada. Renam eh peixe graudo. Se ficar insatisfeito, pode falar muito. Lulla nao pode abandona-lo como abandonou seus capachos petistas.
A cada dia, renova minha esperanca de ver esse VAGABUNDO chorando de verdade.
Enquanto isso, vamos rindo com a petralhada que passa por aqui. Acho ate legal, pois da um animo legal ao blog responder para a Vagabundagem. Eu sinto que aqui, eles se sentem muito inferiores e pedem ajuda.
Fico com pena , pois a cada dogma furado e a cada calunia que soltam aqui achando que vao abafar, acabam perdendo um pouco mais do seu chao.
Teve um das
8:57pm
de um post anterior que mais uma vez mencionou o fetiche da petralhada necessitada de cumplices: FHC. Coitado..que sina ficar tanto na boca dessa gentalha VAGABUNDA.



 Escrito por JOHN BRONCHI às 15h12
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O AÇOUEIRO DAS NOTAS FRIAS

COMENTÁRIOS
Mts

2:16 AM

SelSil disse...

Acho que tivemos uma ótima semana.
Culminou com as declarações da ministra. Parece que a imprensa está começando a bater. A meu ver ainda com um certo receio, mas começou.
Precisamos começar a nos organizar.
Não adianta só ficarmos felizes por: talvez, outra vez talvez, estarmos vendo esse desgoverno começar a desmoronar. Temos de estar cientes que nosso trabalho começa. Temos uma sociedade para organizar, teremos que fazer trabalho de formiguinhas.
Não é só bater. Precisamos agora e sempre, colocar em prática os nossos DEVERES como cidadãos. Todos sabemos como. Tenho certeza!
Não será de um dia para o outro,mas vamos em frente! Não se vive só de boas intenções, elas têm que ser colocadas em prática.

2:18 AM

Pipoca disse...

Reinaldo, estou chocada, injuriada, nervosa, sem dormir de tanto desgosto. Nem o Stylnox dá conta de mim hoje, hahahahah.

Bota lixo no Senado, Reinaldo. Você sabe que mando e-mails toda hora para o Senado. Tenho que gritar, não agüento ficar calada.

Se você souber de alguma mulher esperneando e gritando na rua Fora Lulla e assemelhados, pode saber que sou eu, tá? Ainda bem que existe um certo delegado, citado por você hoje, conhecido da família. hahahaha

Auauau

2:27 AM

Anônimo disse...

É a putaria subindo aos céus. Político bandido é coisa comum aqui e terrorista desertor é pensionista do governo e general do exército. Só nestepaiz de vagabundos e idiotas...

2:45 AM

Ricardo Barbosa disse...

Notável a justificativa do senador Cafeteira para ignorar a bombástica denúncia do Jornal Nacional , Reinaldo. Nada ele poderia acrescentar ao seu voto , que já havia sido proferido , em razão das denúncias serem posteriores ao seu parecer , decisão essa , aliás , tomada na ausência do menor processo investigativo . Pérola a enobrecer a galeria dos troféus do folcore político nacional . As vendas frias de gado teriam que aparecer antes do seu voto , como foram intempestivas não tem valor...se fosse ontem o senador Calheiros seria um político anti-ético...mas como só apareceram hoje , ele permanece ético , limpo e puro . Benditas 24 horas.



 Escrito por JOHN BRONCHI às 15h12
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Terça-feira, 19 de Junho de 2007

Um trustee no desgoverno.

Giuseppe Brandoni - 20/06/07

O personagem criado pela esclerose do vice em estado avançado de decomposição é mais um trunfo na marcha para ocaos do país sem rumo salvo hoje pelos orgasmos multiplos da China.

?Hasta cuando?

Quando Chávez, Vavá e a jornalista desfilarem juntos no funeral do país das fraquezas e de homens anãos.

Falta de pulso virou magnanimidade, e o bandido a ser impichado virou herói de um cabotino estrangeiro que se em Harvard se engajou vai ter que estudar História do Brasil de quem mal conhece os males.

E a figura canhestra quase sinistra numa mistura de corvo e de trustee. certamente vai trabalhar nos interesses do vice. Um extraordinário empresário que em empreitada funesta foi se ligar ao pseudo- operário, um esperto e precoce aposentado.

E assim, aloprado, o país segue
alquebrado pelo cinismo e pelo oportunismo macabro.

Um trustee planejando o país é mais uma artimanha dos que desdenham do país.

É só olhar na cara e ver.

O picadeiro está completo.

Mas até o cinismo presidencial empalideceu.

Foi uma posse sinistra
.



 Escrito por JOHN BRONCHI às 15h05
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Mangabeira: misto de Milos Forman com Evaristo Ferreira da Veiga

Reinaldo Azevedo - 20/06/07

Ufa! Mangabeira Unger tomou posse no que terminou, finalmente, batizado de Secretaria de Planejamento de Longo Prazo: sai a Sealopra e entra a Seplalopra, uma espécie de trava-língua, o que, em se tratando de Mangabeira, parece ok.

Em seu discurso, o homem que já pediu a renúncia do presidente que fazia o “governo mais corrupto da história” elogiou a magnanimidade de Lula.Numa fala que talvez dê o tom da pasta, afirmou o titular da Seplalopra: “O engrandecimento do Brasil soará em todos os recantos da Terra, como o grito de uma criança ao nascer, prometendo um novo começo para o mundo. Presos a seus afazeres, ansiosos para esquecer que morrerão, homens e mulheres pararão por um instante, perturbados por esperança inesperada. Ouvirão nesse grito a profecia do casamento da pujança e da ternura".

Ufa! O discurso de Mangabeira é uma mistura de Milos Forman com Evaristo Ferreira da Veiga, de Hair com o Hino da Independência. E, claro, acho que noto alguns eflúvios de Edir Macedo, o chefão da Igreja Universal do Reino de Deus e, pois, do PRB, o partido a que se filiou esse visionário.

Ao fim do discurso, só faltou Mangabeira propor aos fiéis que fizessem um desafio a Deus, passando um sacolinha para receber contribuições.

 



 Escrito por JOHN BRONCHI às 15h02
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Comentário de leitores de Veja sobre o caso Renan

 LOBBY DAS SURUBAS PALACIANAS, RELAXA E GOZA RENAN! **********************************************************************

 

O Presidente do Senado Renan Calheiros, que segundo sua concubina Mônica Veloso, fizeram amor em seu gabinete palaciano e posteriormente elegeram como assistente de fornicação Dr. Cláudio Gontijo, fica responsável em manter as aparências e a discrição que o cargo indulto requer e pagar a conta. O Senador Tuma Lá da Cá juntamente com a Cafeteira e o Machado, resolvem que isso NÃO FERE O DECORO DO PARLAMENTO NEM MESMO É ANTIÉTICO, usar o gabinete para uma rápida copulada. Só não vou aceitar a discriminação, se, por ventura, algum dia naquele sofá maravilhoso, os brasões da republica, testemunhe o orgulho Gay beijando o solo da pátria amada, relaxadamente com um canudo no nariz e com um Personal Trainer, massageando o ego de supostos parlamentares estressados. Mesmo porque o prazer pode ser liquido ou em pó, só depende da escolha do canudo. Pelo menos é o que se subentende no panfleto da parada Gay liberada constitucionalmente com direito a adoção de crianças, respaldado nas varas da família da infância e da juventude. Isso é que é uma sociedade Demo-Cratica .

 2007-06-17 07:59:58.0 - luiz pereira carlos.



 Escrito por JOHN BRONCHI às 14h56
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PAÍS DE CRÁPULAS.

 

Giuseppe Brandoni - 19/6/07

 

Pensamentos obscenos sobre personagens não tanto, porém piores.

 

Renan; Enquanto Collor brigava sozinho contra o Congresso , o sr. Renan, solerte e covarde, iniciava uma trajetória de conchavos e cinismo até chegar a ministro da Justiça.

Como pôde enganar tantos por tanto tempo. País de imbecis e imemoriados?!

 

Sibá: Parido pela ministra que emperra as hidrelétricas no país e não é, por incapacidade mental do presidente, destituída.

Nenhum voto teve o simplório e cara de pau do Sibá.   E agora é office-boy de luxo de Renan, Romero e Epitáfio, dentre outras flores.

 

Epitáfio Cafereira cujo cafetão: Perguntem ao Coronel Sarney.

 

Tuma: Xerife da Polícia Federal, não encontra indícios na corrupção de Renan, e, policial experiente, não arrola testemunhas para não complicar o amigo Renan.

O policial que virou senador, sob a bandeira de cão farejador e inimigo dos corruptos, se bandeou. Ao invés de pegar bandidos, foi subjugado por eles. Até tu Tuma , ens o rabo preso!

 

Pobre país. Seu congresso virou uma Casa de Tolerância.



 Escrito por JOHN BRONCHI às 14h48
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A REPÚBLICA DOS CRÁPULAS.

 

Giuseppe Brandoni -18/03/06.

 

O fundo do poço não mais existe.

Quando se pensa que chegamos ao fundo desprega-se mais um monturo.

A semana foi tão pródiga em desfaçatez que atingimos o ápice da insensatez.

O congresso absolvendo crápulas confessos que já preparam a própria reeleição. A mais alta corte assumindo a incoerência dos facciosos. A sordidez dos canalhas unidas pela desmoralização dos cânones consagrados dos princípios democráticos. A inversão de valores tomou posse e fincou a bandeira da vergonha.

 

Os três poderes mancomunados na fétida disputa pelas causas espúrias que se entrechocam. Os homens se perderam no lamaçal tornado público há quase um ano atrás. Não se cortou o mal pela raiz. Os mesmos crápulas que tinham tudo para decretar o impeachment por crime de responsabilidade se engalfinham agora com a sua covardia castigada.

 

O país à matraca. O crime se tornando natural e aceito por autoridades desacreditadas. E alguns que nada fizeram, ainda querem ser candidatos. Os homens se perderam. Se a super-mulher não der jeito, chamem o exército. Para consertar tanta desfaçatez só implodindo o castelo de mutreteiros em que se transformou a Brasília dos políticos desavergonhados, dos presidentes caras de pau, e de alguns juízes que enodoam a consciência cívica que deve presidir um país que aspira muito mais do que ser pisoteado por chacotas, filigranas ou chicanas de aventureiros. O ministro que sai,era mais um embusteiro acantonado na cartilha espúria dos bancos. O que entra, mais um folgazão sem preparo, sem vocação de liderança para mudar o status quo. É a continuidade da encenação de um governo que nunca existiu e que teve a sorte de contar com o concerto mundial em evolução o que neutralizou a sua incapacidade de administrar uma empresa tão grandiosa quanto o Brasil.

 

Na dança das cadeiras ou no requebro macabro da gorda desfaçatez da congressista desavergonhado, os cidadãos conscientes se enojam com tanta hipocrisia a desgoveranar o país. Nada mais deveria surpreender a partir da contemporização de um congresso de espertos que se ao contrário do "presidente que nada sabia", de tudo sabia e omisso com o rabo entre as pernas contribuiu para a vergonha nacional.

 

Desde julho do ano passado os crápulas já deveriam ter sido banidos quando nada por crime de responsabilidade



 Escrito por JOHN BRONCHI às 14h18
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Serra: carta de FHC é boa 'no atacado' e nega crise

Da Agência Estado

09/09/2006
16h01 - O candidato do PSDB ao governo de São Paulo, José Serra, disse neste sábado concordar "no atacado" com a carta aberta divulgada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso na última quinta-feira. "No atacado, a carta é muito boa porque mostra os aspectos essenciais do governo Lula, as diferenças com o PSDB, com seus dirigentes, com os candidatos do partido, inclusive entre Lula e Alckmin", afirmou Serra.

O candidato refutou a idéia de crise no PSDB e disse que não houve constrangimentos ao senador Eduardo Azeredo. Na carta, Fernando Henrique disse que o PSDB "tapou o sol com a peneira em relação ao caixa 2 na campanha de Azeredo ao governo de Minas Gerais em 1998".

Perguntado se o PSDB de fato teria tapado o sol com a peneira em relação a Azeredo e se a carta aberta fora precipitada, Serra afirmou que esta é uma avaliação do ex-presidente. "Eu não vou me manifestar a este respeito. Estou focado para disputar a eleição aqui, e as análises a respeito do passado a gente vai fazer depois. Posso dizer que o Eduardo Azeredo era, é e continuará sendo um homem muito íntegro", afirmou Serra.

Sobre a notícia de que a carta aberta teria provocado uma crise na campanha de Geraldo Alckmin à Presidência, José Serra ressaltou: "é pura especulação, é onda".

Questionado sobre a possibilidade de uma aliança entre PT e PSDB no futuro, Serra disse que não vai avaliar nada agora. "Isso daí é uma estratégia do PT para ganhar mais votos agora", disse o candidato, durante caminhada no município de Praia Grande no litoral paulista.

"Vamos conversar sobre o futuro como se déssemos de barato que eles (PT) estariam ganhando, o que absolutamente ainda não está concluído. Nós temos ainda três semanas até a eleição", afirmou Serra, acrescentando que a pesquisa de ontem mostrou uma redução na vantagem de Lula sobre Alckmin. "Vamos continuar nesta batalha. Ficar discutindo o depois é uma maneira de pôr água no moinho do PT".




 Escrito por JOHN BRONCHI às 16h53
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Artigo Especial : MÁRCIO HOLLAND

Onde está a taxa de câmbio no Brasil?

Por Márcio Holland
08/09/2006

No Brasil atual, um dos temas macroeconômicos mais polêmicos parece ser o dos efeitos da política monetária sobre o nível de taxa de câmbio. Desde que passamos a adotar uma estratégia de política monetária sustentada em regras do tipo Taylor, muito tem sido discutido sobre a função de reação do Banco Central do Brasil às pressões inflacionárias, e muitos estudos mostram que nosso Banco Central parece reagir mais fortemente do que os de outras economias, seja daquelas que compõem a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), seja dos ditos mercados emergentes.

Contudo, muito pouco tem sido estudado sobre os efeitos da função de reação do Banco Central sobre o nível de taxa de câmbio nominal, ou mesmo real efetiva. Neste caso, a taxa de câmbio atua como mero controle da regra monetária ótima, especialmente em uma ambiente de franca construção de credibilidade de política monetária. Em uma metáfora simples, seria como se os nossos policymakers sofressem de miopia e de hipermetropia. Como foi necessário atingir taxas de inflação baixas tão logo possível, e de modo consistente no tempo, fizeram uso de óculos para corrigir a hipermetropia, no que obtiveram seu êxito. Mesmo assim, não conseguiam enxergar o que estava mais à frente e, assim, deixaram a taxa de câmbio seguir níveis indesejáveis.

O que queremos dizer com isso, especialmente agora que se corrigiu a visão para perto, é que a taxa de câmbio passa a necessitar de mais cuidados especiais. Não se pode mais acreditar que essa tão importante variável macroeconômica seja tratada meramente como variável de controle, mas mais provavelmente como uma das variáveis objetivas aos olhos do Banco Central.

Como auxílio do gráfico 1, nota-se que, no Brasil, desde outubro de 2002, quando a taxa nominal de câmbio atingiu o pico, a taxa real e efetiva de câmbio é a que apresenta a tendência mais acentuada de apreciação, quando se comparada com as dos países pertencentes ao BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). Desde outubro de 2002, a taxa real e efetiva de câmbio se apreciou aproximadamente 78%, o que, em parte se justifica pelo fato de ela ter passado por um processo de desvalorização causada pela crise de 2002.

Não se pode acreditar que essa tão importante variável macroeconômica seja tratada meramente como variável de controle

Contudo, olhando o gráfico 2, nota-se que a taxa real e efetiva se apreciou além de sua média do período de regime de câmbio flutuante. Certamente que esse período é relativamente pequeno, mas talvez seja mais interessante do que comparar com o período do regime de câmbio fixo, ou com períodos anteriores de inflação elevada. Assim, a taxa de câmbio de julho de 2006 estaria, em termos real e efetivo, aproximadamente 30% apreciada, em comparação com tal média.

Não se quer dizer aqui que deveria haver uma taxa real de câmbio de equilíbrio de longo prazo, mas tão somente que: 1) o fato de termos uma taxa real e efetiva mais fortemente apreciada no tempo em comparação com outras economias é claro indício de perda de competitividade internacional de nossas exportações; e 2) que essa taxa (real e efetiva) cambial poderia estar menos apreciada do que seu nível atual. Claro que algum economista poderia sacar dados de saldos comerciais recorrentes para dizer que a competitividade das exportações ainda não caiu. Mas, também, não se deve esquecer que preços e comércio internacionais favoráveis adiam ajustes, nem que a taxa de crescimento das exportações vem caindo.

De uma perspectiva mais prática, olhando para qual deveria ser a desvalorização nominal que permitiria atingir um nível médio da taxa real e efetiva, a partir de uma análise dos pesos que compõe tal cálculo, julga-se ser necessário um aumento na taxa de câmbio R$/US$ em aproximadamente 16%, com um desvio de mais ou menos 2 pontos de percentuais. Ou seja, de níveis atuais de R$ 2,16 por dólar (10/08/2006), a taxa de câmbio deveria estar em algo como R$ 2,50 por dólar. Aqui valem duas considerações. Primeira, 16% de desvalorização nominal pode parecer pouco; mas, vale destacar que muitos setores exportadores já se adaptaram aos níveis atuais da taxa de câmbio, com possíveis ganhos de competitividade, ou mesmo pelo maior dinamismo do comércio internacional. Segunda, este exercício supõe inflação no Brasil em 4%, em 2006.

Aquele seria, digamos, o nível de taxa nominal de câmbio que, simultaneamente: 1) deixaria a taxa real e efetiva de câmbio em seu nível médio do período do regime de câmbio flexível (1999-2006); e 2) reduziria a distorção com as taxas reais e efetivas de câmbio dos demais países BRIC, entre outros importantes países para comparação. A pergunta, então, passa a ser a seguinte: que instrumento usar para atingir níveis mais competitivos de taxa de câmbio? Voltemos, então, a falar sobre a receita para se corrigir problemas de visão de longo alcance. A resposta está na mudança da função de reação do tipo Taylor do Banco Central do Brasil permitindo uma curva de juros reais declinantes, combinado com maior ajuste fiscal, e melhoria nos gastos públicos.

Márcio Holland é professor da Escola de Economia da FGV-SP e do IE/UFU. Pós-doutor em Economia pela Universidade da Califórnia, Berkeley e pesquisador CNPq. E-mail: mholland@fgvsp.br



 Escrito por JOHN BRONCHI às 12h30
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EDITORIAL DE VALOR ECONÔMICO

Um esforço concentrado para elevar gasto público


08/09/2006

Em apenas algumas horas de trabalho, algo cada vez mais escasso no Congresso Nacional, os deputados aprovaram medidas que trarão impacto superior a R$ 16 bilhões nas contas públicas até 2008. Em um "esforço concentrado" - eufemismo para a prática leviana e irresponsável de votação a toque de caixa de medidas provisórias e projetos de lei -, os parlamentares votaram 40 projetos e MPs sem qualquer discussão relevante. Levaram um tempo recorde - uma MP a cada cinco minutos, no cálculo do site especializado "Congresso em foco". Depois de escapulirem de seus deveres por quase todo o ano, os parlamentares se livraram rapidamente do dever de casa, que incluía decisões relevantes e, como sempre, renovados aumentos de despesas públicas.

Chega assim ao final uma das piores legislaturas da história recente do país. Carregado de escândalos que pesam sobre um quinto dos deputados, o Congresso deixa no seu rastro uma sucessão de iniqüidades, além de mensalões e sanguessugas. Ainda que campanhas eleitorais possam ser motivo razoável para alguma redução da carga de trabalho legislativo, nada justifica a abdicação total de responsabilidades como a manifestada nesta semana. Nada justifica também o uso de uma chusma de MPs cuja urgência é indevida e cujo objeto com freqüência beira o corriqueiro.

Criou-se um círculo vicioso em que o Legislativo não legisla porque os congressistas supostamente têm coisas mais importantes a fazer do que a exercer a função para a qual foram eleitos, e o Executivo, que tem ânsia de aprovar seus projetos, recorre ao expediente teoricamente mais rápido das MPs, inunda o Congresso com elas e rouba o espaço que deveria ser ocupado pela ação dos representantes do povo. É um péssimo casamento de interesses, cujos resultados nocivos se acumulam ao longo do tempo e pioram com ele. É motivo de pessimismo a incapacidade demonstrada até agora de o Congresso reformar suas práticas.

Além de 20 MPs, os deputados aprovaram 8 decretos legislativos e nove projetos de lei.

O principal item de despesa sancionado pelos congressistas é o aumento para os servidores do Judiciário, o poder onde se aloja a maior média salarial do funcionalismo civil. 109 mil funcionários da Justiça receberão reajuste que impactará em R$ 4,6 bilhões os cofres públicos até 2008. Já os 11 mil servidores do Ministério Público receberão aumento de 18%, divididos entre este ano e o próximo, mais cerca de 10% em 2008. Os servidores do Tribunal de Contas da União terão seus salários corrigidos em 15%. Além disso, a MP 295 traz aumentos para diversas carreiras do Executivo. Em resumo, em 48 horas perto de 30 carreiras do Executivo foram beneficiadas.

No rol dos projetos mal discutidos e votados em bloco, entrou o famigerado Refis 3, com novo reescalonamento de dívidas, desta vez as que venceram até 28 de fevereiro de 2003. No programa poderão ingressar caloteiros que foram excluídos de programas anteriores, que terão mais de 10 anos (130 meses) para quitar seus débitos vencidos com o INSS, a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional e a Receita. O Refis 3 vem em boa hora para acolher empresas que apostaram contra o governo judicialmente a respeito da majoração do PIS-Cofins, perderam no Supremo Tribunal Federal e agora poderão pagar em suavíssimas prestações o valor dos tributos não recolhidos.

Em meio a irrelevâncias, como o PL 1410, que concede licença a militares para acompanhar cônjuges em viagens, e aumento de despesas, o Congresso aprovou medidas importantes, justas e necessárias - nem sempre com reflexão. Foi o caso da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas e o projeto de emenda constitucional que acaba com o voto secreto no Congresso e Assembléias.

Se parte dos males da inanidade do Congresso fosse compensada por um empenho sério de investigação e punição de seus membros envolvidos em escândalos , pelo menos haveria algum saldo positivo. Não houve. Os parlamentares absolveram praticamente todos os mensaleiros - um dos dois condenados foi exatamente quem fez a denúncia - e depois foram caçar votos em seus Estados. A honrosa exceção está sendo a CPI dos Sanguessugas. O Congresso daria um salto de qualidade e o país sairia ganhando se em vez dos "esforços concentrados" os parlamentares se dedicassem, como seus pares em democracias sérias, a uma jornada de trabalho singela, cinco vezes por semana. Isso, afinal, não requer tanto esforço.



 Escrito por JOHN BRONCHI às 11h51
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